sábado, 8 de fevereiro de 2014

Santa Josefina Bakhita

"Sede bons, amai o Senhor, rezai por aqueles que não O conhecem".

Josefina Bakhita ( em italiano: Giuseppina Bakhita)  foi uma religiosa da Igreja Católica da Ordem Canossiana, italiana de origem sudanesa.
Em 1992 foi Beatificada pelo Papa João Paulo II e elevada a honra dos altares em 2000, pelo mesmo Sumo Pontífice. 

O nome "Bakhita" que significa em idioma africano, "afortunada", não lhe foi dado ao nascer mas lhe foi atribuído pelos raptores. Foi capturada, vendida por mercadores de escravos negros no mercado de Obeid  e de Cartum ao Cônsul da Itália no Sudão, D. Calixto Legnani, que logo lhe deu carta de liberdade. No período de escravidão, Bakhita sofreu as humilhações, sofrimento físico, psicológico e moral dos escravos negros.
Na casa do Cônsul Legnani, Bakhita trabalhava como mulher livre e isto lhe deu momentos de serenidade. Quando Legnani teve de regressar ao país, Bakhita decidiu acompanha-lo e chegando a Gênova é transferida para a localidade de Zianigo, ao serviço da família Michieli como "ama-seca". Posteriormente passou à Congregação Religiosa das Irmãs Canossianas de Veneza, onde recebeu os primeiros sacramentos do catecumenato, foi batizada com o nome de Josefina e em 8 de dezembro tomou o hábito ingressando na ordem das Irmãs Canossianas com o nome religioso de Irmã Josefina.
Josefina Bakhita se destacou pela piedade e amor a Eucaristia, também pela assistência aos pobres e desamparados, o que fez com que ficasse conhecida com o apelido de Madre Moretta ( Madre Morena ).
Irmã Josefina Bakhita faleceu com 78 anos, no dia 8 de fevereiro de 1947, na Congregação Canossiana, em Schio, Itália.

(Pesquisa no Google)

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